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Auto da Barca do Inferno
Por Isilda Monteiro (Professora), em 2017/03/27245 leram | 0 comentários | 28 gostam
As turmas do 9.º ano foram ao teatro para assistir à representação da peça "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, levada à cena pela Companhia »O Sonho».
No dia 31 de janeiro de 2017, várias turmas do 9. º ano de diferentes escolas reuniram-se no Auditório de S. Mamede, em Perafita, para assistir à representação da peça “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente, levada a cena pela companhia de Teatro “O Sonho”.
Em geral, gostamos muito da peça. Na nossa opinião, a compreensão da obra foi mais fácil depois de ver a representação.
As personagens de que mais gostamos foram o Diabo e o Sapateiro. O Sapateiro, por causa do seu sentido de humor e interação com o público, e o Diabo porque o ator fez uma boa representação, para além de trazer um traje fora do vulgar.
O que menos apreciamos foi o facto de o Parvo ter exagerado na sua representação, quando outras personagens entravam no palco. Ele teve piada, no momento em que entrou em cena e dialogou com as personagens alegóricas. Depois manteve-se em palco, enquanto iam chegando outras personagens, mas exagerou nas brincadeiras, que deixaram de ter piada, pois acabava por desviar a nossa atenção das outras personagens, sendo até perturbador.
Recomendamos a ida ao teatro para assistir a esta peça. É uma experiência única, uma vez que raramente temos a oportunidade de ir ao teatro, a não ser enquanto frequentamos a escola.

Daniel Rodrigues e Vanda Cunha, 9.º B

Após ter assistido à representação da peça “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente, levada a cena pela companhia de teatro “O Sonho”, a minha opinião mantém-se bastante positiva relativamente à representação e a esta peça.
A representação feita pela companhia foi boa, as vestes dos atores relacionavam-se com o papel que cada um desempenhava e, através do cenário exposto em palco, constituído por duas barcas (a do Inferno e a do Paraíso), percebia-se perfeitamente o que estava a ser representado. O facto de os atores terem interagido bastante com o público e a maneira expressiva como falavam fazia com que a peça se tornasse mais interessante e divertida.
Na minha opinião, o único aspeto negativo que aponto relativamente à representação é acerca do Parvo, pois por muito engraçado que fosse, a partir de um certo momento tornou-se exagerado e começou a perder a sua piada.

Mariana Pereira, 9.º E




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