Droga - Para para pensar! | |
Por André Silva (Aluno, 8ºA), em 2018/01/23 | 647 leram | ![]() ![]() |
Nas aulas de EDCSA, a droga foi tema de debate e de reflexão. | |
![]() Na primeira aula,preenchemos um questionário sobre os nossos conhecimentos acerca das drogas. A enfermeira esteve a explicar como é que as drogas entraram em Portugal e a importância que algumas tiveram nos tratamentos médicos, nomeadamente, para os doentes aguentarem as dores . Na segunda aula, fizemos um jogo interessante. Havia três amigos: dois deles fumavam um charro e o outro assistia. Esses dois alunos foram apanhados a fumar e iam sofrer as consequências. Então, nós tivemos que arranjar soluções para os ajudar e/ou castigar, por isso, dividimo-nos em grupos de três ou de quatro elementos. Uns eram professores, outros membros do conselho diretivo, da Associação de Pais, da Associação de Estudantes ou auxiliares. Assim, percebemos que o consumo de drogas é um problema que deve ser debatido por toda a gente, para arranjar uma solução. Na terceira e última aula, falamos sobre a diferença entre "decisão" e "ato impulsivo". Para decidir temos que pensar, enquanto o ato impulsivo é feito sem refletir. Também vimos um vídeo sobre pessoas que consumiram droga muito cedo e a maior parte tinha características comuns: foram amigos ou familiares que lhes deram a droga para experimentar quando tinham 12, 13 ou 14 anos; estavam convencidos que experimentar não fazia mal, pois não ficavam dependentes e que em qualquer altura podiam deixar a droga. Claro que estavam enganados. Essas pessoas também contaram as consequências da droga que consumiam: Tinham dificuldade em concentrar-se, ficavam cansados e lentos. Por causa da droga disseram que de bons alunos passaram a ser maus alunos. Outros disseram que mentiam e enganavam as famílias e os amigos, até chegaram a roubar por causa da droga. Em seguida, vimos outro vídeo sobre as metamorfoses que os toxicodependentes sofrem, isto é, pessoas jovens e saudáveis ficam velhas e doentes, rapidamente. Destas aulas com a senhora enfermeira Eduarda Barros retirei duas ideias importantes: 1º- devemos pensar antes de agir; 2º não devemos ter vergonha de dizer “Não”. No fim, estivemos a preencher o mesmo questionário sobre os nossos conhecimentos acerca das drogas. Eu verifiquei que tinha mudado algumas respostas, como por exemplo, já não acho normal experimentar drogas e nunca vou aconselhar um amigo ou familiar a fazê-lo. | |
Comentários | |
Por Alzira Carvalho (Professora), em 2018/02/02 | |
Parabéns, André. Adorei este teu artigo. Está muito bem escrito, bem desenvolvido...brilhante! | |